Norma ISO 22301 · Sistema de gestão certificável

Continuar a operar
quando algo corre mal.

A ISO 22301 é a norma dos sistemas de gestão da continuidade de negócio: saber que atividades não podem parar, quanto tempo aguentam paradas, e ter planos testados para as retomar. É o que a NIS2 e o DORA exigem, e o que os clientes querem ver antes de depender de si.

Artigo 21.º
A continuidade é medida obrigatória na NIS2
RTO e RPO
Tempos de recuperação definidos e testados
DORA
Resiliência operacional exigida ao setor financeiro

O QUE É A ISO 22301

Segurança e resiliência. Sistemas de gestão da continuidade de negócio. Requisitos.

A ISO 22301 exige que a organização analise o impacto de uma interrupção em cada atividade (a análise de impacto no negócio), defina quanto tempo cada uma pode estar parada e quanta informação pode perder, escolha estratégias de continuidade à medida desse impacto, escreva planos de resposta e de recuperação, os exercite e os corrija depois de cada teste ou incidente real.

Não é um plano de recuperação de desastres informáticos. É a continuidade do negócio inteiro: pessoas, instalações, fornecedores, sistemas e comunicação em crise. A tecnologia é uma parte; a decisão sobre o que se recupera primeiro é da gestão, e a norma obriga a tomá-la antes do incidente.

Natureza
Norma de requisitos. Certificável.
Estrutura
Estrutura harmonizada das normas ISO de gestão, comum à 9001 e à 27001.
Certificação
Por organismo de certificação acreditado, em Portugal pelo IPAC. Ciclo de três anos com auditorias anuais.
O que a N4A faz
Auditoria interna e consultoria para certificação ISO 22301.

PARA QUEM FAZ SENTIDO

Quem procura a ISO 22301.

Entidades abrangidas pela NIS2

O artigo 21.º exige continuidade das atividades, cópias de segurança, recuperação de desastres e gestão de crises. A 22301 é a forma reconhecida de o cumprir e provar.

Banca, seguros e os seus fornecedores de TIC

O DORA exige resiliência operacional digital testada. A norma estrutura a continuidade que o regulador vai auditar.

Cloud, centros de dados e serviços críticos

Quem tem clientes que não podem parar tem de provar que também não para. O certificado é a prova contratual.

Saúde, infraestruturas e logística

Operações onde uma paragem tem custo humano ou público. Os planos existem, mas raramente foram testados. A norma obriga a testá-los.

O QUE A NORMA EXIGE

O que o auditor vai procurar.

01

Análise de impacto no negócio

Que atividades sustentam o negócio, o que acontece se pararem, ao fim de quanto tempo o dano é inaceitável, e de que recursos dependem.

02

Avaliação de risco de interrupção

Que cenários podem parar essas atividades: falha tecnológica, ciberataque, perda de instalações, fornecedor crítico, ausência de pessoas.

03

Estratégias e soluções de continuidade

Redundância, locais alternativos, fornecedores de reserva, cópias de segurança com os tempos de recuperação e de perda de dados definidos.

04

Planos de resposta e recuperação

Quem decide, quem comunica, quem executa, por que ordem. Planos que uma pessoa consegue seguir às três da manhã.

05

Exercícios e testes

Simulações, testes de recuperação e exercícios de mesa com registo dos resultados e correção dos planos. Um plano não testado é uma hipótese.

06

Avaliação após incidentes e melhoria

Cada incidente real ou exercício alimenta a revisão dos planos. Auditoria interna e revisão pela gestão fecham o ciclo.

O CAMINHO

Como o levamos à certificação.

1

Análise de lacunas

Onde está hoje face à norma, ponto por ponto. Sai com um mapa do que falta, do que já serve e do esforço real.

2

Implementação do sistema

Processos, documentação e indicadores ajustados à sua realidade. O sistema tem de servir a operação, não o contrário.

3

Auditoria interna

Conduzida por auditores certificados na norma, com os critérios que o auditor externo vai aplicar. Sem surpresas na auditoria de certificação.

4

Acompanhamento na certificação

Ao seu lado na auditoria do organismo de certificação e nas auditorias de acompanhamento anuais. A certificação mantém-se viva.

A auditoria interna aplica os critérios da auditoria externa: é conduzida por auditores certificados nas normas em causa. A N4A não emite certificados; prepara a organização para o organismo de certificação.

ISO 22301 + NIS2 + DORA

A continuidade que a lei já exige.

A NIS2 lista a continuidade das atividades, a gestão de cópias de segurança, a recuperação de desastres e a gestão de crises entre as medidas mínimas do artigo 21.º. O DORA exige ao setor financeiro uma política de continuidade das TIC e testes de resiliência. A ISO 22301 dá a estas obrigações um sistema com método, evidência e certificado.

Ver as medidas do artigo 21.º da NIS2

PERGUNTAS FREQUENTES

As perguntas que mais nos fazem.

É a norma internacional dos sistemas de gestão da continuidade de negócio. Exige a análise de impacto de interrupções, a avaliação dos riscos que as causam, estratégias e planos de continuidade e recuperação, exercícios regulares e melhoria contínua.

Não. A recuperação de desastres trata da tecnologia. A continuidade de negócio trata da organização inteira: pessoas, instalações, fornecedores, comunicação e a decisão de gestão sobre o que se recupera primeiro. O plano de recuperação de desastres é uma das soluções dentro do sistema.

Não obriga a certificação, mas exige medidas de continuidade das atividades, cópias de segurança, recuperação de desastres e gestão de crises, no artigo 21.º. A norma é a forma estruturada e reconhecida de cumprir essa medida e de a demonstrar à autoridade.

O RTO é o tempo máximo que uma atividade pode estar parada antes de o dano ser inaceitável. O RPO é a quantidade máxima de informação que se pode perder, medida em tempo desde a última cópia. A norma obriga a definir os dois para cada atividade crítica e a testar que se cumprem.

Um organismo de certificação acreditado, depois de uma auditoria externa. A N4A prepara a organização, conduz a auditoria interna e acompanha a auditoria de certificação; não emite certificados.

A certificação ISO 22301 não precisa de ser complicada.

Fale connosco e saiba em que ponto está e quanto falta para a certificação.

Jorge Miranda e Tiago Cerqueira, da N4A
Quem o vai atender

Uma hora, três respostas.

1

Se está abrangido

E se é entidade essencial ou importante.

2

O que lhe falta

Face às dez medidas do artigo 21.º.

3

Quanto tempo tem

Os prazos que se aplicam ao seu caso.

Jorge Miranda

Lead Auditor certificado ISO 27001 e ISO 31000 · Lidera a equipa técnica da N4A

Lidera

Equipa técnica

Consultores e auditores especializados. Construíram a Plataforma NIS2 Compliance.

Tiago Cerqueira

Account Manager · Responsável comercial do seu projeto

Lidera

Equipa comercial

Account managers e gestão de clientes.